de JôKzam Gama*
É tão sob estético e cambaleante,
Que me lastimam ao eu observá-las.
Buscam comungar as crises falácias,
Dos aracnídeos e empirismos toscos.
É tão sob estético e cambaleante,
Que me lastimam ao eu observá-las.
Buscam comungar as crises falácias,
Dos aracnídeos e empirismos toscos.
Não me entenderão mais aqueles,
Que se abominarem
Com as burcas
Violáceas clínicas, mil laços cínicos,
E os laçam finitas.
Para conseguir o quê?
Se o buraco é uma cavidade,
Menta culinária, meta ordinária.
Que deve ser tapada para evitar.
E prejudicar o meu edema tóxico
E o meu efervescente diagnóstico.
Cartilagem mímica é contra a artrite arte,
4ª via legal.
Qual de vocês poderá aqui lograr a passagem mística, periferia básica
Possa estruturar o escalonamento,
Do esquimó ártico e tamborilado...
Se é tão sob estético.
*JôKzam Gama (nome artístico de João Batista Kzam Gama) é músico profissional e estudante do 4º ano de Música no Unasp Engenheiro Coelho.
OBS.: O texto acima foi produzido para a disciplina Leitura e Produção de Texto (primeiro semestre de 2012) e é uma paródia da canção Qualquer Coisa, de Caetano Veloso, reproduzida a seguir:
Caetano Veloso - Qualquer Coisa
Qualquer Coisa,
de Caetano Veloso
Esse papo já tá qualquer coisa,
Você já tá pra lá de Marrakexe.
Mexe qualquer coisa dentro doida,
Já qualquer coisa doida dentro mexe.
Não se avexe não, baião de dois,
Deixe de manha, deixe de manha.
Pois, sem essa aranha,
Sem essa aranha, sem essa aranha.
Nem a sanha arranha o carro,
Nem o carro arranha a Espanha.
Meça tamanha,meça tamanha;
Esse papo teu já tá de manha.
Esse papo já tá qualquer coisa,
Você já tá pra lá de Marrakexe.
Mexe qualquer coisa dentro doida,
Já qualquer coisa doida dentro mexe.
Não se avexe não, baião de dois,
Deixe de manha, deixe de manha.
Pois, sem essa aranha,
Sem essa aranha, sem essa aranha.
Nem a sanha arranha o carro,
Nem o carro arranha a Espanha.
Meça tamanha,meça tamanha;
Esse papo teu já tá de manha.
Berro pelo aterro, pelo desterro,
Berro por seu berro, pelo seu erro.
Quero que você me ganhe,
Que você me apanhe.
Berro por seu berro, pelo seu erro.
Quero que você me ganhe,
Que você me apanhe.
Sou o seu bezerro, gritando mamãe.
Esse papo teu tá qualquer coisa
E você está
Pra lá de Teerã.
Esse papo teu tá qualquer coisa
E você está
Pra lá de Teerã.

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